Esta época do ano é cheia de festividades, e convites. Celebrar é algo lindo, mas nós sabemos que toda festa vem também com suas parcelas de interações difíceis, angústias, expectativas (suas e dos outros convidados), e em geral, situações que apesar de serem um tanto quanto corriqueiras – como cumprimentar estranhos ou comer algo que não seja exatamente sua comida favorita – são também carregadas de experiências que fogem do nosso dia a dia.
Festas supostamente são um símbolo de diversão, mas, para muitos, passar horas conversando sobre algo totalmente fora de seus interesses com colegas, familiares ou estranhos pode parecer aterrorizante. Se você se sente nervoso antes de grandes confraternizações, ou até mesmo frustrado com uma possível superficialidade de tais eventos, recomendamos explorar nosso manual de “Como sobreviver às festas de fim de ano”:
1. Como iniciar uma conversa com estranhos
Se somos acometidos por uma timidez atroz ao pensar em ir falar com um grupo de estranhos em uma festa, talvez, em vez de focarmos no que deveríamos falar, devêssemos focar no que deveríamos pensar: que eles podem ter as mesmas ansiedades sociais que nós, e a mesma necessidade de busca por conexão.
2. A arte do papo fiado
Esse tipo de conversa trivial existe por uma ótima razão: ela é usada para evitar frustrações. Ela nos dá a oportunidade de conversar com o nosso interlocutor com mais leveza, com menos riscos de falarmos algo ofensivo, de sermos ofendidos, de ultrapassar algum limite pessoal o qual podemos ainda desconhecer. Dessa forma podemos avaliar, com mais discernimento, como dar continuidade a conversa, se aprofundaremos o assunto, ou se mudaremos o rumo daquela interação.
3. Como superar o medo de te acharem… chato
Ninguém é chato: podemos parecer chatos quando não nos permitimos ser honestos sobre nossas vulnerabilidades. Quando nos abrimos em uma interação, por mais trivial que ela seja, aprofundamos a conversa.