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A mãe boa o suficiente

Quando nos tornamos pais ou mães passamos por uma das nossas maiores alegrias da vida. No entanto, a vida de pais e especialmente das mães, é também, a causa de algumas de nossas tristezas mais profundas. É provável que passemos pelo menos parte do tempo em desespero e confusão, imaginando se realmente deve ser tão difícil.

 

A nossa sociedades promove um profundo entusiasmo pela maternidade, colocando o ato de trazer uma nova pessoa ao mundo como uma causa de pura alegria e celebração. Mas esse entusiasmo muito bem-intencionado tem o hábito involuntário de desencadear uma consequência muito dura: torna-se extremamente difícil para as mães admitirem publicamente que temos problemas com nossas novas famílias. Parece uma falha grave e séria apenas nossa.

 

É uma visão que se concentra nos pontos altos e edita  os problemas. Na The School of Life, acreditamos que se deve aceitar de bom grado e sem culpa que, é claro, ser mãe (e pai) é maravilhoso e difícil, recompensador e exaustivo, emocionante e, às vezes, extremamente entediante. Nenhuma sociedade moderna já foi completamente sincera sobre essa profunda e estranha dualidade.

Precisamos reconhecer e avaliar de maneira muito mais generosa os desafios de se criar filhos, encontrando uma maneira suave de manter a tranquilidade em torno de uma das tarefas mais árduas – e no entanto mais profundamente gratificantes – do mundo.

 

Na The School of Life desenvolvemos uma série de recursos para te ajudar a ser uma mãe boa o suficiente. Uma mãe boa o suficiente é ainda melhor do que perfeita, porque a criança viverá o resto da vida em um muito muito imperfeito.  A mãe boa o suficiente às vezes fica furiosa, um pouco injusta, um pouco cansada ou um pouco deprimida. Haverá atrasos, confusões, erros, explosões de irritação – e sempre (ou quase sempre) uma base de profundo amor e boas intenções.

By The School of Life

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