Decisões e Resoluções

Grandes ou pequenas, a vida é cheia de decisões – o que comer, com quem casar, que sofá comprar, onde morar? Como podemos distinguir o mais importante do não tão importante? Ou talvez, ser mais honesto conosco sobre o quanto conseguimos controlar? Como podemos saber se acertamos? Ou será que pensar em certo e errado é parte do problema? Nesta época do ano ficamos mais propensos a pensar em decisões e resoluções. 

 

Qualquer chance de nos aprimorarmos deve ser aproveitada. Precisamos de resoluções: são promessas que fazemos para nosso melhor lado. No futuro, deveríamos tentar nos preocupar menos, perdoar mais, ver as coisas do ponto de vista dos outros e, acima de tudo, aprender a valorizar o que temos. 

Entregar-nos às emoções mais frequentemente. 

Ver o absurdo de nossas tristezas. 

Ir dormir mais cedo 

Telefonar mais para nossos pais 

Aprender sobre economia 

Ir a um lugar novo - mesmo no meio da pandemia, conseguimos fazer isso. 

Lembrar o quanto tudo isso é breve. 

Dirigir sozinhos fazendo longos passeios 

Passar tempo olhando as nuvens 

Fazer novas amizades inesperadas 

Fazer aquela mudança que tanto queremos no trabalho. 

Sentir menos raiva 

Refletir durante as ansiedades 

Prestar atenção nas pequenas coisas 

Tentar ser gentis, porque a maldade é tentadora 

Agradecer 

 

Sabemos que tomar decisões, fazer essas resoluções não é algo simples. A visualização é uma ferramenta poderosa. Observe cada detalhe que conseguir. Qual é a sensação? O que está ao seu redor? Como ela se parece? Imagine o pior caso possível. Se possível, crie experimentos de baixo risco para testar suas opções, depois se dê a tarefa de agir neles em um período de tempo especificado e refletir sobre os dados oferecidos. Isso também ajuda a romper com a inércia da análise-paralisia. 

Aceite o que é suficientemente bom em vez de lutar pela perfeição impossível. 

Tomar uma boa decisão, fazer uma resolução, não se trata apenas do processo que leva a ela, mas também depende de que trabalho você faz depois para que ela se torne a decisão correta. 

Primeiro, devemos estar cientes de nosso estado emocional ao tentarmos decidir  

Segundo, precisamos continuar alertas ao possível perigo de experiências passadas determinarem como damos sentido ao presente. Nossas ideias sobre nós mesmos podem estar antiquadas e não nos servir mais 

Finalmente, precisamos entender nosso estilo típico de tomar decisões, suas vantagens e perigos. 

Em alguns momentos de nossas vidas, pode parecer que o caminho está limpo e que as boas escolhas são evidentes. 

Você pode tomar ótimas decisões quanto à casa, mas ter dificuldades quando se trata do trabalho, ou talvez seja ótimo em fazer pesquisa de históricos quando tem tempo, mas não tão bom quando uma decisão precisa ser tomada rapidamente. Nenhum de nós é “péssimo” em tomar decisões. Caso você fosse, teria dificuldade em fazer qualquer coisa. Devemos tomar cuidado com um ideal inatingível de “perfeição” que almejamos ter, porque será inevitável constatar que não temos isso. 

A tomada de decisões sábias está no cerne de nossa capacidade de entender nosso próprio potencial na vida e ajudar os outros a realizar o seu, aproveitando mais de nosso breve momento na Terra. 

 

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