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Gentileza e Empatia

Gentileza e Empatia

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Filósofos antigos acreditavam que a gentileza é uma habilidade nata do ser humano. Na visão deles, agimos de forma mais agressiva apenas quando a sociedade nos corrompe. Pensadores mais modernos, no entanto, acreditam no contrário: somos naturalmente brutais e temos de aprender a ser gentis.  Na The School of Life, concordamos que a arte de ser gentil demanda aprendizado. Entendemos, ainda, que essa habilidade tem uma estreita relação com a empatia.

No fundo, todos nós queremos ser gentis. A gentileza nos conecta às pessoas e nos remete à sensação de propósito no mundo, além de ser muito útil para os negócios.  No entanto, trata-se de uma habilidade muito negligenciada. Muitos de nós não somos sensíveis o suficiente para perceber o que está acontecendo com as pessoas com as quais estamos tentando estabelecer contato, ter melhor relacionamento ou desenvolver uma ação ou um projeto.

Tudo seria mais possível se conseguíssemos:

Agir com empatia

O processo de construção da gentileza em nossas vidas envolve escuta e curiosidades. Não podemos esquecer, porém, de uma ferramenta fundamental: a empatia. Afinal,  é ela que nos permite avaliar as pessoas, as situações e os acontecimentos pela ótica do outro. Essa iniciativa nos deixa mais propensos a tratar quem está ao nosso redor de uma maneira mais gentil ou, no mínimo, mais justa.

Ter cuidado com o tempo

Há, no entanto, um fator que nos impede de sermos mais gentis e empáticos: o tempo. É muito difícil agirmos com gentileza e avaliar as situações pela perspectiva do outro quando nos deixamos levar pela correria da vida moderna, mesmo nessa quarentena, quando, em tese, deveríamos estar mais desacelerados.

A boa notícia é que podemos fazer algo com relação a isso. Comece definindo o que realmente importa na sua vida. Esse é o momento para identificar o que você não quer ou não precisa manter. Isso nos libera tempo para fazer coisas que nos agradam e nos fazem sentir vivos. Esses momentos de realização podem estar relacionados, por exemplo, a ler um livro e participar de encontros virtuais, além de ser gentil com os outros.

Ser gentil conosco

Frequentemente, somos gentis com os outros – ou tentamos ser -, mas nem sempre temos esse mesmo cuidado conosco. Podemos iniciar essa prática prestando mais atenção à linguagem da voz interior que usamos para criticar a nós mesmos. Com treino, é possível deixá-la mais suave e fazer com que ela nos ajude a descobrir diferentes formas de superar desafios do dia a dia.

Fazer uma curadoria das nossas lembranças

Na The School of Life acreditamos que a gentileza e a empatia são habilidades possíveis de serem aprendidas, com potencial para virarem hábitos. A ideia é que, com o tempo, a pratiquemos de uma maneira natural, sem planejamento. Nesse contexto, manter as lembranças das gentilezas que recebemos pode nos lembrar de sermos gentis com mais frequência.

 

Texto da The School of Life

By The School of Life

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