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12 sinais de que a maturidade chegou

Como sabemos bem, tornar-se adulto tem pouca relação com completar 18 anos, dirigir um carro ou ter permissão para consumir bebida alcoólica. Trata-se de um processo interno em que a identidade adulta pode levar anos para ser assumida. Podemos ter 92 anos e ainda ter comportamentos adolescentes.

 

Mas há uma definição da fase adulta que vem da psicoterapia que vale a pena focar: é uma fase dedicada a traçar um caminho da infância à maturidade psicológica. Mas como saber como está nossa jornada?

 

Separamos 12 elementos da identidade adulta vista pelas lentes da psicoterapia:

 

1 – Entendemos, finalmente, que nossa infância deu as bases para aquilo que somos hoje. Não ficamos confusos com questões do tipo: ‘como a relação com sua mãe influencia a forma como você enxerga as mulheres?’ Ou ‘Como seu pai contribuiu para o seu entendimento do que um homem deveria ser?’

 

2 – Nos livramos de crenças de que podemos ser mais simples do que somos. Paramos de dizer que o passado não importa e que podemos mudar qualquer coisa em nós mesmos simplesmente querendo.

 

3 – Desenvolvemos uma apreciação sóbria sobre como é fácil mentir para nós mesmos. Apreciamos como facilmente podemos nos tornar tristes quando de fato estamos bravos, ansiosos quando há alguma preocupação específica ou orgulhosos quando evitamos a vulnerabilidade.

 

4 – Aprendemos a dizer para os outros como restamos nos sentindo por dentro. Não esperamos ser compreendidos sem falar. Traduzimos nossa paranoia em algo que o outro poderá ouvir.

 

5 – Entendemos, que não estamos cansados, a diferença entre o que alguém gostaria de fazer conosco e aquilo que experimentamos nas mãos alheias. Percebemos que nem toda mágoa que sentimos foi alimentada por um desejo de nos auto prejudicar.

 

6 – Nos perdoamos pelas estranhezas de nossas mentes. Aprendemos a nos deliciar com esse nosso lado estranho: com pensamentos peculiares, com surpresas assustadoras das nossas fantasias e sonhos e com os altos e baixos da vida mental.

7 – Nos permitimos a sentir raiva diante de certas coisas que podem ter acontecido no entorno daqueles que nos puseram no mundo. Guardamos na mente um balanço de ideias desconfortável, mas genuíno: de que nossos progenitores não foram necessariamente maus, mas que algumas coisas genuinamente complicadas podem ter acontecido.

 

8 – Aceitamos que algumas vezes a realidade pode ser menos ruim daquilo que havíamos assumido – porque apreciamos o quanto nossas histórias difíceis podem colorir as lentes pelas quais enxergamos o mundo. Aceitamos que as catástrofes não acontecem lá fora com a mesma frequência que surgem em nossas mentes.

 

9 – Entendemos o quanto nossos humores dependem de caprichos de nossos corpos. Melhoramos ao monitorar o quanto dormimos. Nos apaixonamos por noites mais curtas. Não buscamos conversas complexas com ninguém depois das 21h.

 

10 – Aprendemos que não somos obrigados a dizer tudo que se passa em nossas mentes naquele exato momento. Que podemos desejar implodir uma relação e começar uma jornada com alguém novo – e deixar esse desejo internalizado, por enquanto. Aprendemos a nos mover mais tranquilamente.

 

11 – Nos tornamos mais pacientes com pessoas diferentes de nós. Acreditamos que pode haver algo mais esperançoso e terno escondido no maus humor ou raiva das pessoas. Sabemos e ficamos entediados com o quão fácil é condenar.

 

12 – Entendemos que qualquer progresso que sentimos ter feito pode ser temporário. Comemoramos vitórias de forma mais leve. Até porque, uma nova tempestade pode vir a qualquer momento. Somos gratos por dias que se desenrolam com calma.

 

Acesse aqui nosso calendário para seu desenvolvimento emocional.

By The School of Life

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